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June 28 Adeus SolidãoAdeus Solidão Eu já sofri e até chorei Sozinho sem ninguém Mais de repente apareceu O amor em mim nasceu Quero bem alto ao mundo gritar Que sou feliz E tenho alguém para amar Agora eu posso dizer Adeus solidão Pois sei que amor Tomou conta do meu coração Eu nunca mais quero lembrar Daquilo que passou Sei que esse amor Ira fazer de tudo me esquecer Quero bem alto ao mundo inteiro gritar a posso dizer adeus solidão Pois sei que amor tomou conta do meu coração Hoje eu só penso em meu bem Com todo meu calor Sei que agora encontrei Tudo que eu sonhei June 15 Os Campos do Alentejo (Popular) Os campos do Alentejo
O que eram já não são
Hoje olho e não te vejo
Mas trago-te no coração
Mas trago-te no coração
Hoje olho e não te vejo
O que eram já não são
Os campos do Alentejo
Alentejo mataste fome
A muita gente
És um povo competente
Hoje és terra desprezada
Alentejo de cortiça
Pão e azeite
Hoje só tens quem te rejeite
És provincia abandonada
B I S
Já não se vêem trigais
Com papoilas abrilhar
Nem rebanhos se vêem mais
Nos campos pastar
Nos campos secos pastar
Nem rebanhos se vêem mais
Com papoilas a brilhar
Já não se vêem trigais
Alentejo mataste
A fome a muita gente
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Alentejo de Cortiça
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PROMESSAS Promessas de progresso e de bem estar
de trabalho e de ganhar
está o Alentejo cheio
Promessas de futuro e de barragem
que nos reguem as pastagens
obras que ficam no meio
Promessas de escolas p'ra juventude
todos tomam atitude
mas a gente não vê nada
Promessas...promessas levás o vento
é preciso é estar atento
e não perder o alento
com promessas de alvorada
B I S
Promessas de senhores bem enfatados
e muito bem perfumados
para não cheirar a suor
Promessas de doutores por formação
que tinham a obrigação
de saber o que é melhor
Promessas vem todas de Lisboa
onde há muita gente boa
mas de campo não vê nada
Promessas... promessas levás o vento
é preciso é estar atento
e não perder o alento
com promessas de alvorada
B I S
Promessas vem todas de Lisboa
B I S
June 14 História da nossa BandeiraHistória da Bandeira de PortugalNota: As imagens desta página foram construídas de acordo com os padrões da colecção Flags of the World.Índice:
June 12 Dimensões da nossa BandeiraA bandeira de Portugal é um rectângulo com proporções 2:3, dividido verticalmente em verde (a 2/5 do comprimento) e vermelho (3/5). Quando desfraldada, a parte verde fica do lado da tralha, ou do lado esquerdo quando representada graficamente. Centrado na linha de separação entre o verde e o vermelho está o brasão de armas de Portugal, consistindo numa esfera armilar sobreposta pelo tradicional escudo português, que é de prata, com cinco escudetes de azul carregados de cinco besantes de prata e bordadura de vermelho, com sete castelos de ouro. A bandeira foi oficialmente adoptada a 30 de Junho de 1911, mas era já usada desde a Proclamação da República Portuguesa, a 5 de Outubro de 1910. São estas as dimensões da Bandeira portuguesa, Não como as made in China. Hino NacionalHino Nacional PortuguêsA Portuguesa
Heróis do mar, nobre povo,
Bandeira Portuguesa
May 18 MOITA
Provérbios
A boca que se beijou nunca mal se desejou. À boda e ao baptizado não vás sem seres convidado. A morte não escolhe idades. A mulher e a galinha são bichos interesseiros: a galinha pelo milho e a mulher pelo dinheiro. À saúde dos abades, bebem os reitores. Ao fim de vinte anos de casamento a mulher vira parente. Até ao Natal salto de pardal, de Natal a Janeiro salto de carneiro e de Janeiro a Fevereiro salto de outeiro. Bom abade, missa à tarde. Brincadeiras de homem, beijos de burro. Caranguejo que dorme a maré o leva. Com a idade torna o velho a menino. Como canta o abade, assim responde o sacristão. Deus nos guarde do ano que entra com abade e sai com frade. Do São Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o bornal. Em Abril sai o bicho do covil. Idade e experiência valem mais que adolescência. Janeiro fora, mais uma hora, quem bem souber contar hora e meia vai achar. Luar de Janeiro alumia todo o ribeiro, mas lá vem o de Agosto que lhe dá no rosto. Mal vai Portugal se não há três cheias antes do Natal. Namoro de Carnaval, não chega ao Natal. Onde o abade canta, lá janta. Para onde o coração se inclina, o pé caminha. Para que o ano não vá mal, hão-de os rios encher três vezes entre São Mateus e o Natal. Pelo Santo André, pega-se o porco pelo pé. Quando o arrais canta, boa vai a maré. Quanto mais tarde, mais maré. Quem meus filhos beija, minha boca adoça. Quem planta no Outono, leva um ano de abono. Quem se abraça, também se beija. Sol de Janeiro, sempre baixo no outeiro. Trovoada em Janeiro, nem bom prado, nem bom palheiro. Uvas, pão e queijo, sabem a beijo. Vinho verde em Janeiro é mortalha no telheiro.
May 13 Mulher ProletáriaMulher Proletária (Jorge de Lima) Mulher proletária — única fábrica que o operário tem, (fabrica filhos) tu, na tua superprodução de máquina humana forneces anjos para o Senhor Jesus, forneces braços para o senhor burguês. Mulher proletária, o operário, teu proprietário há de ver, há de ver: a tua produção, a tua superprodução, ao contrário das máquinas burguesas salvar o teu proprietário |
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